Rodrigo Pacheco defende união suprapartidária para recuperar Minas Gerais

O candidato da coligação “Reconstruir Minas” também relembrou a escolha de abrir mão da candidatura ao governo de Minas para apoiar o tucano Anastasia e elogiou Geraldo Alckmin (PSDB)


Durante visita a Uberaba, no Triângulo Mineiro, nesta quinta-feira (30), o deputado federal e candidato ao Senado por Minas Rodrigo Pacheco (Democratas) discursou sobre união em prol de um projeto único e suprapartidário para recuperar Minas Gerais.

Ao lado de Antonio Anastasia e Marcos Montes, candidatos a governador e vice-governador, respectivamente, e com quem divide a chapa majoritária da coligação “Reconstruir Minas”, Pacheco afirmou que esse será seu objetivo, caso seja eleito, no Senado Federal.

“Esse movimento não é de partido político, não é de um grupo, não é só de uma pessoa ou de uma ideologia. É de uma causa, a causa da recuperação e da reconstrução do estado de Minas Gerais, algo de muita responsabilidade para nós todos. Que tenhamos noção da responsabilidade desse momento que vivemos”, afirmou.

Pacheco classificou a atual gestão de Fernando Pimentel (PT) como “desgoverno” e ressaltou que os mineiros estão “amargurados” e “deprimidos”.

“Um governo que, de maneira desonesta, transfere a crise do estado para a porta da prefeitura municipal para que os prefeitos paguem o pato da irresponsabilidade de um desgoverno”, declarou.

Pacheco disse que está “preparado para ajudar, no Senado, Antônio Anastasia” a colocar o estado mineiro no que ele chamou de “rota do crescimento”. 

“Um quadro caótico, mas que será recuperado e reconstruído pelo maior homem público de Minas Gerais, que é Antonio Anastasia, a quem eu rendi o meu apoio, em um ato responsável, dentro de uma grande convergência que nós fizemos, não em favor de mim, não em favor dele ou de partidos políticos, mas em favor de Minas Gerais”, salientou.

Pacheco relembrou que abriu mão de sua candidatura ao governo de Minas com o objetivo da costura dessa convergência que, segundo ele, foi feita “para o bem de Minas Gerais”.

“Com muito orgulho e com muita honra, assumo a missão de representar o estado de Minas Gerais no Senado Federal. Uma missão que tem uma grande responsabilidade que é a de suceder Antonio Anastasia no Senado Federal. Sucedê-lo nos seus projetos de sua autoria, nos projetos de sua relatoria, para trazer os recursos necessários para o estado”, frisou.

Pacheco afirmou que, além do apoio que dará à administração de Antonio Anastasia, haverá a necessidade do alinhamento de Minas com o governo federal para “destravar” os recursos financeiros que Minas tanto precisa.

“Nós precisamos de um grande projeto nacional, para que seja paga a dívida histórica que a União tem com Minas Gerais e, para isso, estamos todos convergidos em torno do nome de Geraldo Alckmin, candidato à presidência da República”, finalizou.

G.R

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