Adesão a acordos da União vai gerar economia de recursos públicos em Minas

Governo estadual adota medidas estabelecidas pelo Ministério da Economia, que ajudam a diminuir gastos com compras de softwares

Para reduzir gastos e definir teto de preços em licitações, o Governo de Minas aderiu a acordos corporativos firmados pelo Ministério da Economia (ME) com grandes fabricantes de produtos e serviços de Tecnologia da Informação (TI). A adesão, feita pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), resultará na economia de recursos públicos em compras de softwares de empresas como Microsoft e VMware.

O superintendente central de Governança Eletrônica da pasta, Fabrício Salum, ressalta que o governo estadual atuou com a finalidade de garantir oportunidades de ganho em escala e a preços menores que os já praticados individualmente. “Há ganhos para todo o Estado, pois os acordos garantem um teto de preço. Ou seja, colocamos um limite e, mesmo com uma compra em menor escala, em que as empresas poderiam oferecer um valor de sua preferência, teremos uma normatização seguindo o que foi articulado e firmado pelo Ministério da Economia”, afirma.

O diretor central de Gestão de Serviços e Infraestrutura de Tecnologia de Informação e Comunicação da Seplag, Weslley Nogueira, também destaca os benefícios da adesão. “A ação é fruto da parceria entre os governos estadual e federal, proporcionando a otimização dos processos e a economia aos cofres públicos. Na prática, significa a obtenção dos melhores preços praticados pelo mercado em diversas licitações a serem realizadas no Poder Executivo Estadual, gerando equilíbrio entre as aquisições de diferentes órgãos para o mesmo software, independentemente do quantitativo demandado”, explica o diretor.

Conforme a pasta, após a assinatura da adesão aos acordos corporativos firmados, os órgãos passam a utilizar o catálogo de preços para cada produto de TI das empresas englobadas pela medida, de forma que os preços praticados nas licitações não podem extrapolar os valores descritos. Segundo o ME, no caso da Microsoft, o catálogo dispõe de 2 mil itens, por exemplo, e cada um deles precisa ser observado.

Fonte: Agência Minas

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